quarta-feira, 30 de setembro de 2009

RI MELHOR QUEM RIVOTIL

E EU RECOMENDO...
Nome Comercial: Rivotril® Nome genérico: Clonazepam . Formas farmacêuticas e apresentações Comprimidos de 0,5 mg ou 2 mg. Caixa com 20 ou 30 comprimidos.Comprimidos sublinguais de 0,25 mg. Caixa com 30 comprimidos.Gotas de 2,5 mg/mL (1 gota = 0,1 mg). Frasco com 20 mL.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO .
INFORMAÇÕES AO PACIENTE .
AÇÃO DO MEDICAMENTO O clonazepam é um benzodiazepínico, que possuí como principais propriedades a inibição de algumas funções do sistema nervoso, permitindo a inibição de crises convulsivas, sedação, relaxamento muscular e efeito tranqüilizante. .
  • INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO Utilizado isoladamente, ou como auxiliar no tratamento de crises epilépticas, crises de ausências típicas (pequeno mal), e de ausências atípicas (síndrome de Lennox-Gastaut). Rivotril® (clonazepam) está indicado como medicação de segunda linha em espasmos infantis (Síndrome de West).
  • Além disso Rivotril® (clonazepam) é indicado para o tratamento de:
  • Transtornos de Ansiedade, como ansiolítico em geral
  • - Distúrbio do pânico e Fobia social.
  • Transtornos do Humor
  • - Transtorno afetivo bipolar (tratamento da mania), Depressão maior (como adjuvante de antidepressivos). Emprego em algumas síndromes psicóticas
  • - Tratamento da acatisia, síndrome das pernas inquietas, vertigem e sintomas relacionados à perturbação do equilíbrio, como náuseas, vômitos, pré-síncopes ou síncopes, quedas, zumbidos e distúrbios auditivos.. .
  • REAÇÕES ADVERSAS Foram relatadas, entre outras, as seguintes reações adversas: sonolência, movimentos anormais dos olhos, perda da voz, movimentos dos braços e pernas, coma, visão dupla, dificuldade para falar, aparência de “olho-vítreo”, dor de cabeça, fraqueza muscular, depressão respiratória, fala mal articulada, tremor, vertigem, perda do equilíbrio, coordenação anormal, sensação de cabeça leve, letargia, formigamento, alteração da sensibilidade nas extremidades. .
  • ABUSO E DEPENDÊNCIA Ocorreram sintomas de abstinência (convulsões, psicoses, alucinações, distúrbio comportamental, tremor, câimbras musculares) após a descontinuação abrupta de clonazepam. Sintomas de descontinuação, geralmente moderados, foram relatados após a descontinuação abrupta de benzodiazepínicos administrados continuamente em níveis terapêuticos durante vários meses. Consequentemente, após a terapia prolongada, a interrupção abrupta deve ser geralmente evitada e deve ser realizada diminuição gradual e programada. Os indivíduos predispostos a adquirir dependência (como os viciados em drogas ou álcool) devem ser vigiados com cuidado quando recebem clonazepam ou outros agentes psicotrópicos, devido à predisposição desses pacientes em adquirir hábito e dependência. .
  • DOSAGEM Distúrbios epilépticos: Usualmente a dose inicial para adultos de 1,5 mg/dia. Dose diária máxima recomendada é de 20 mg. Em recém-nascidos e crianças, entre 0,01 e 0,03 mg/kg/dia. Não deve exceder 0,05 mg/kg/dia.
  • Distúrbio do pânico: A dose inicial para adultos é de 0,5 mg/dia. Equilíbrio desejado, entre a eficácia e os efeitos colaterais, com doses de 1 a 2 mg/dia, mas alguns poderão necessitar de doses de até 4 mg/dia. O tratamento deve ser descontinuado gradativamente.
  • Como ansiolítico em geral: 0,25 mg a 4,0 mg ao dia. Fobia social: 0,25 mg/dia até 6,0 mg/dia. Em geral, a dose recomendada deve variar entre 1,0 e 2,5 mg/dia.
  • Transtorno afetivo bipolar: 1,5 mg a 8 mg ao dia. Em geral, a dose recomendada deve variar entre 2,0 e 4,0 mg/dia.
  • Depressão maior: 0,5 a 6,0 mg/dia. Em geral, a dose recomendada deve variar entre 2,0 e 4,0 mg/dia.. .

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