quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A mulher na tradição judaico-cristã

“As mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar; mas estejam submissas como também ordena a lei. E se querem ser instruídas sobre algum ponto, interroguem em casa os seus maridos, porque é vergonhoso para uma mulher o falar na igreja” (1 Coríntios 14:34-35)



“A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação” (1 Timóteo 2:9-15)




“As mulheres sejam submissas a seus maridos como ao Senhor, porque o marido é cabeça da mulher como Cristo é cabeça da Igreja, seu corpo, do qual ele é o Salvador. Ora, assim como a Igreja está sujeita a Cristo, assim o estejam também as mulheres a seus maridos em tudo” (Efésios 5:22-24)





“Abraçar uma mulher é como abraçar um saco de esterco” (São Odo de Cluny, monge beneditino, 1030-1097)

“A mulher está em sujeição por causa das leis da natureza, mas é uma escrava somente pelas leis da circunstância…A mulher está submetida ao homem pela fraqueza de seu espírito e de seu corpo…é um ser incompleto, um tipo de homem imperfeito [...] A mulher é defeituosa e bastarda, pois o princípio ativo da semente masculina tende à produção de homens gerados à sua perfeita semelhança. A geração de uma mulher resulta de defeitos no princípio ativo” ( Tomás de Aquino, Summa Theologica, Q92, art. 1, Reply Obj. 1)




No século XII, Graciano, especialista em direito canónico, afirmou: “O homem, mas não a mulher, é feito à imagem de Deus. Daí resulta claramente que as mulheres devem estar submetidas a seus maridos e devem ser como escravas”






S. Agostinho sobre a poligamia: “Ora, uma serva ou uma escrava nunca tem muitos senhores, mas um senhor tem muitas escravas. Assim, nunca ouvimos dizer que mulheres santas tivessem servido a vários maridos e sim que muitas serviram a um só marido … Isso não é contraditório à natureza do casamento’ (De bono conjugali 17, 20)”




De S.Clemente de Alexandria sobre as mulheres: “A exata consciência de sua própria natureza deve evocar sentimentos de vergonha” (Paedagogus II, 33, 2)



Santo Antonino, arcebispo de Florença no final do séc. XV, diz que as “imundas regras” são simplesmente o espelho de uma “alma imunda”




“Mulheres não deveriam ser educadas ou ensinadas de nenhum modo. Deveriam, na verdade, ser segregadas já que são causa de horrendas e involuntárias ereções em santos homens” (Santo Agostinho)




“A virgindade santa é melhor que a castidade conjugal. Uma mãe terá um lugar inferior ao da filha no Reino dos Céus porque ela foi casada e a filha é virgem. Mas se tua mãe foi sempre humilde e não orgulhosa, haverá algum tipo de lugar para ela mas não para ti” (São Jerónimo, teólogo romano, Sermão 354)




“A mulher é uma ferramenta de Satã e um caminho para o inferno (São Jerónimo)




“A mulher que realmente está tomada pelo Espírito Santo desejará ser totalmente submissa a seu marido…Esta é uma mulher verdadeiramente liberada. Submissão é o desígnio de Deus para as mulheres” (Beverly LaHaye, “The Spirit-controlled woman”)




“Os homens têm tórax grande e largo, quadris estreitos e mais entendimento que as mulheres, que têm tórax pequeno e estreito e quadris largos. Isto significa que elas devem ficar em casa, sentar-se quietas, cuidar do lar, gerar e criar crianças” (Martinho Lutero)




“As palavras e atos de Deus são bem claros: as mulheres foram feitas para ser esposas ou prostitutas” (Martinho Lutero, “Works 12.94″)

“Não há maior defeito numa mulher que o desejar ser inteligente” (M. Lutero)




“É Eva, a tentadora, que devemos ver em toda mulher…Não consigo ver que utilidade a mulher tem para o homem, tirando a função de ter filhos” (Santo Agostinho de Hipona, pai da Igreja)

“Sei que às mulheres dói ouvir isto mas, quando se casam, estão a aceitar a liderança de um homem, seu marido. Cristo é a cabeça do lar e o homem é a cabeça da mulher. Assim são as coisas, ponto final” (Pat Robertson, 11/09/1992)




“Tenham os vossos filhos e façam o que puderem. Se morrerem no parto, benditas sejam, porque certamente morreram fazendo a vontade de Deus…Vejam como são débeis e pouco saudáveis as mulheres estéreis. As que foram abençoadas com muitos filhos são mais saudáveis, limpas e alegres. Mas se eventualmente se esgotam e morrem, não importa. Que morram dando à luz, pois para isto existem” (Martinho Lutero, “Works 20.84″)




Talmud: “A mulher é um vaso cheio de imundíces com sua boca cheia de sangue e entretanto todos a desejam” (Shabbath 152) “Quando nasce um menino, todos se alegram mas quando nasce uma menina todos se entristecem” (Niddah 31)

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